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Com investimento de R$ 22,2 mi, 11º policlínica é inaugurada em Conquista

Com investimento de R$ 22,2 mi, 11º policlínica é inaugurada em Conquista

Os pacientes terão a disposição consultas médicas em diversas especialidades.

Com investimento de R$ 22,2 milhões para construção e aquisição de equipamentos, a 11ª policlínica foi entregue, nesta quinta-feira (1º), pelo governador da Bahia, Rui Costa (PT), em Vitória da Conquista.

A unidade de saúde terá 93 profissionais, sendo que 71 atuarão para dar assistência à população de 28 municípios do sudoeste baiano. São médicos, enfermeiros, psicólogo, farmacêutico, nutricionista, ouvidor, assessores técnicos, assistente social, técnicos em enfermagem, técnicos em radiologia e assistentes administrativos.

A policlínica vai atender 618 mil moradores dos municípios de Anagé, Barra do Choça, Belo Campo, Bom Jesus da Serra, Caatiba, Caetanos, Cândido Sales, Caraíbas, Condeúba, Cordeiros, Encruzilhada, Ibicuí, Iguaí, Itambé, Itapetinga, Itarantim, Macarani, Maetinga, Maiquinique, Mirante, Nova Canaã, Piripá, Planalto, Poções, Presidente Jânio Quadros, Ribeirão do Largo, Tremendal e Vitória da Conquista.

Os pacientes terão a disposição consultas médicas em diversas especialidades como angiologia, cardiologia, endocrinologia, gastrenterologia, neurologia, ortopedia, oftalmologia, otorrinolaringologia, ginecologia/obstetrícia, mastologia e urologia. A policlínica também oferecerá diversos exames como ressonância magnética (com e sem contraste), tomografia (com e sem contraste), mamografia, ultrassonografia com doppler, ecocardiografia, ergometria, mapa, holter, eletroencefalograma, raio-X, eletrocardiograma, endoscopia, colonoscopia, nasolaringoscopia, colposcopia, ,histeroscopia, cistoscopia, entre outros, ligados às especialidades de oftalmologia.

A gestão da policlínica será realizada em parceria entre Governo do Estado e os municípios que integram os consórcios. Os municípios cobrem 60% dos custos de operação, sendo que o valor é dividido proporcionalmente ao número de habitantes de cada um deles, e o Estado fica responsável pelos 40% restantes.

"Estamos consolidando esse modelo vitorioso, que tem se tornado cada vez mais uma referência de sucesso em todo o Brasil. É referência porque muda o paradigma entre os municípios, diminui os atritos e cria uma nova visão do sistema de saúde, em que todos se sentem parte do processo", disse o secretário estadual da Saúde, Fábio Vilas Boas.

 

Com informações do site Bahia Notícias

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