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Em meio a racha, oposicionistas têm ajudado a aprovar projetos de ACM Neto na Câmara

Em meio a racha, oposicionistas têm ajudado a aprovar projetos de ACM Neto na Câmara

“O importante para a prefeitura é aprovar, como vem aprovando, todos os projetos, inclusive com mais votos que tinha no passado”, comemorou Bruno.

Em conversa com jornalistas, o vice-prefeito Bruno Reis (DEM) comentou que projetos da prefeitura vêm sendo aprovado com mais votos que outrora na Câmara de Vereadores. Pelo menos, nos últimos textos do Executivo enviados à Casa, a oposição vem contribuindo para esse processo.

“O importante para a prefeitura é aprovar, como vem aprovando, todos os projetos, inclusive com mais votos que tinha no passado”, comemorou Bruno.

Os últimos quatro projetos da prefeitura enviados à Câmara foram os seguintes: o empréstimo de R$ 104 milhões da prefeitura junto à Caixa; o texto que institui o Sistema Único de Assistência Social (Suas) (leia mais aqui); a regulamentação dos transporte particulares feito por aplicativos na capital baiana (leia mais aqui); e a isenção do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) a empresas de ônibus (leia mais aqui).

Para melhor entendimento, a oposição é composta pelos seguintes vereadores: Marta Rodrigues (PT), Suíca (PT), Moisés Rocha (PT), Ana Rita Tavares (PMB), Sílvio Humberto (PSB), Marcos Mendes (PSOL), Sidninho (Podemos), Toinho Carolino (Podemos), Carlos Muniz (Podemos), José Trindade (sem partido), Aladilce Souza (PCdoB) e Hélio Ferreira (PCdoB).

No Suas e no “projeto do Uber”, os oposicionistas votaram de forma unânime pela aprovação – no último, o único vereador a se posicionar contra foi o líder do governo, Paulo Magalhães Jr. (PV).

No texto do “ISS do Ônibus”, votaram contra Marta Rodrigues, Silvio Humberto e Marcos Mendes. No empréstimo da Caixa, estes tiveram companhia dos colegas José Trindade, Aladilce Souza e Ana Rita Tavares no posicionamento contrário à aprovação.

Neste mês, Carlos Muniz esteve num evento de inauguração de uma obra da prefeitura junto ao prefeito ACM Neto (DEM), que anunciou a presença do parlamentar. Muniz, inclusive, anunciou nesta quinta-feira (24) a saída do Podemos e indicou que será difícil permanecer na base do governador Rui Costa (PT). “Qualquer evento em minha base eleitoral, eu compareço”, diz o vereador.

No entanto, ele nega que esteja na base de Neto. “Eu não [estou na base do prefeito]. Eu voto com a minha consciência. O que for melhor para o povo, eu vou votar. Eu vou votar contra o empréstimo que vai beneficiar a população? Não posso fazer isso”, justifica.

Ele, inclusive, pontua que recebeu emendas parlamentares da prefeitura. “Passei um tempo sem receber, mas esse ano eu recebi”, conta.

Líder do Podemos na Casa, Toinho Carolino, por sua vez, não as recebeu. “Para mim, não tem [emendas]. Se tem para outros, não sei”, pontua. “Eu nunca [sobre ter migrado para a base de ACM Neto]. Eu sou líder do partido, que está na base de Rui Costa. E no dia 23 estaremos lançando a candidatura do deputado Bacelar a prefeito”, acrescenta.

“Isso ocorre na Assembleia, na Câmara. Não tem problema nenhum em votar em projeto que é bom para a cidade. Isso não significa estar na base do prefeito”, diz Carolino, ao concordar com Muniz.

BLOCOS DISTINTOS
Em janeiro deste ano, a oposição se dividiu em dois grupos dentro da Câmara. Do time liderado por Sidninho, derivou-se outro, comandado por Sílvio Humberto, que teve a adesão de Ana Rita Tavares, Marta Rodrigues, Moisés Rocha e Suíca.

 

Com informações do site Bahia Notícias

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