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Grupo armado ataca manifestantes no metrô de Hong Kong; 36 ficam feridos

Grupo armado ataca manifestantes no metrô de Hong Kong; 36 ficam feridos

Não há informações sobre pessoas detidas.

Um grupo de homens vestidos de branco e armados com paus e barras de metal espancou dezenas de manifestantes na estação de metrô de Yuen Long em Hong Kong, e deixou 36 feridos entre aqueles que retornavam de um protesto a favor de reformas democráticas na região administrativa especial.
Entre os feridos há um em estado grave, assim como o deputado de Hong Kong Lam Cheuk-ting, do Partido Democrático, que afirmou à imprensa local ter sido agredido por "dezenas de pessoas" às quais considerou como "membros de uma máfia", recriminando a polícia por ter demorado mais de uma hora para intervir.
Não há informações sobre pessoas detidas.
O ataque do grupo desconhecido, que aconteceu por volta de meia-noite de domingo (21), incendiaram as redes sociais em Hong Kong, nas quais circularam vídeos que mostram a brutalidade das ações.
 

Nelas se pode ver como os agressores agridem qualquer um vestido com uma camiseta preta, cor predominante na manifestação pro-democrática que neste domingo tomou as ruas do centro de Hong Kong.
Além disso, a indignação entre os simpatizantes das reformas democráticas em Hong Kong e a oposição à polêmica proposta de lei de extradição (em suspenso desde o dia 9 de julho) aumentou depois que foram divulgadas imagens do deputado de Hong Kong Junius Ho conversando amigavelmente e tirando fotos com os agressores. Ele negou ter relação com o grupo.
 

Protestos

Milhares de pessoas retornaram às ruas neste domingo em Hong Kong, pelo sétimo final de semana consecutivo, para protestar contra o governo pró-Pequim desse território semiautônomo. A polícia usou gás lacrimogênio para dispersar os manifestantes.
Desde 9 de junho, Hong Kong é palco de manifestações, algumas das quais marcadas por incidentes violentos.
O movimento começou como reação a um projeto de lei, agora suspenso, que autorizava extradições para a China continental.

 

Com informações do site G1
 

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