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Lídice quer depoimento de senadora americana na CPI das Fake News

Lídice quer depoimento de senadora americana na CPI das Fake News

O depoimento foi considerado “fundamental” para a CPI em Brasília, apesar da congressista atuar a seis mil quilômetros de distância da capital brasileira.

Relatora da CPI das Fake News, a deputada federal Lídice da Mata (PSB) apresentou um requerimento para ouvir a senadora americana Elizabeth Warren, da ala progressista do partido Democrata e pré-candidata à presidência dos Estados Unidos, no colegiado. 

O depoimento foi considerado “fundamental” para a CPI em Brasília, apesar da congressista atuar a seis mil quilômetros de distância da capital brasileira. Warren foi incluída nos planos de Lídice por ter “criticado publicamente as grandes empresas de tecnologia”, informa o jornal Estado de S.Paulo.

Warren não é o único convite incomum na comissão. Atores globais como Giovanna Ewbank, Bruno Gagliasso e Taís Araújo, além do cantor Caetano Veloso e sua esposa, Paula Lavigne, também poderão prestar depoimentos. 

As celebridades devem ser ouvidas para discutir os impactos do cyberbullying nos direitos individuais, um dos pontos de trabalho do colegiado. Ewbank, Gagliasso e Araújo passaram por episódios de racismo nas redes sociais no ano passado.

Crítico a comissão que deve ouvir membros da sua família e aliados, Eduardo Bolsonaro (PSL) declarou que o colegiado parecia um sarau da TV Globo. "Isso aqui, na verdade, vai se transformar é num circo", criticou. 

Não há critérios para a elegibilidade para convite à CPI, basta um deputado ou senador apresentar um requerimento ao plenário. Se aprovado, a pessoa pode comparecer voluntariamente, nos casos de convite, ou obrigatoriamente, nos casos de convocação. 

A reportagem lembra que até o momento, mais de cem pessoas foram convidadas e convocadas para prestarem depoimento, entre eles os deputados Alexandre Frota (PSDB-SP), Joice Hasselmann (PSL-SP), o ex-ministro General Carlos Alberto dos Santos Cruz, demitido em junho, o assessor especial da Presidência Filipe G. Martins, e representantes de redes sociais e empresas envolvidas em suspeita de disparo de mensagens em massa pelo WhatsApp.

Os convites para participação na comissão, diferentemente dos casos de convocações, podem ser rejeitados. A CPI se encarrega dos custos da viagem, como passagem aérea e uma diária de hospedagem.

 

Com informações do site Bahia Notícias

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