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Medo de perder dinheiro leva brasileiro a preferir poupança

Medo de perder dinheiro leva brasileiro a preferir poupança

Em abril, apenas 21% fizeram uma reserva de emergência, sendo que estas pessoas guardaram, em média, R$ 374.

O conservadorismo e o medo de perder dinheiro fazem com que o brasileiro invista na poupança, segundo pesquisa do CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) divulgada nesta segunda-feira (17).

Em abril, apenas 21% fizeram uma reserva de emergência, sendo que estas pessoas guardaram, em média, R$ 374.

A caderneta foi a preferida para 65% destas pessoas. Em seguida, aparecem deixar o dinheiro em casa (25%), na conta corrente (20%), previdência privada (8%) e Tesouro Direto (7%). 

De acordo com a pesquisa, as principais justificativas para esse comportamento estão ligadas ao perfil conservador do brasileiro: 28% preferiram guardar o dinheiro em um lugar onde possam sacar com facilidade, outros 28% afirmaram não ter sobras suficientes para investir em aplicações mais arrojadas, enquanto 20% disseram estar acostumados com as modalidades tradicionais. Já 17% afirmaram ter medo de perder dinheiro.

Hábito de poupar
O principal objetivo daqueles que têm o hábito de poupar é se proteger contra imprevistos. Seis em cada dez reservam um percentual de seus rendimentos para situações inesperadas. Também há uma preocupação em garantir um futuro melhor para os familiares (36%) e com o preparo para aposentadoria (14%).

Quatro em cada dez precisaram sacar parte dos recursos guardados, sendo que o principal destino do dinheiro foi para cobrir despesas com imprevistos (10%).

Há ainda 13% que tiveram de usar esse dinheiro para pagar contas do mês e 10% que saldaram dívidas atrasadas com o recurso. 

Metodologia da pesquisa

O indicador abrange 12 capitais das cinco regiões brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba; Recife, Salvador, Fortaleza, Brasília, Goiânia, Manaus e Belém.

Foram analisados 800 casos, considerando pessoas com 18 anos ou mais, de ambos os sexos e todas as classes sociais.  A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais a uma margem de confiança de 95%.

 

Com informações do site R7

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