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Pesquisa identifica bactérias multirresistentes fora do ambiente hospitalar no interior de SP

Pesquisa identifica bactérias multirresistentes fora do ambiente hospitalar no interior de SP

Durante o estudo, os cientistas observaram espécimes de K. pneumoniae isolados da urina de 48 pessoas diagnosticadas com infecção urinária no interior São Paulo.

As bactérias da espécie Klebsiellaque compõem a lista das mais resistentes a antibióticos e estão entre os microrganismos que mais causam infecções hospitalares. Entre elas está, inclusive, a Klebsiella pneumoniae carbapenemase (KPC), que é considerada uma superbactéria desde que foi constatado que ela é capaz de produzir uma enzima que inativa os fármacos mais potentes disponíveis para o tratamento de infecções graves. Mas uma pesquisa da Fapesp, em parceria com Journal of Global Antimicrobial Resistance, revelou que patógenos multirresistentes já não são um problema restrito ao ambiente hospitalar no Brasil.

Durante o estudo, os cientistas observaram espécimes de K. pneumoniae isolados da urina de 48 pessoas diagnosticadas com infecção urinária no interior São Paulo. Conforme reportagem da Folha de S. Paulo, cientistas observaram que 29 amostras (60,4%) continham bactérias não suscetíveis a três ou mais classes de antibióticos e, portanto, consideradas multirresistentes (MDR).

Os pesquisadores identificaram em 30 amostras (62,5%) 73 diferentes genes de virulência. Eles são codificadores de proteínas que auxiliam o microrganismo a driblar o sistema imune ou a se disseminar mais facilmente no ambiente.

 

Com informações do site Bahia Notícias

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