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"Prefiro perder 50 mil empregos a perder 10 mil vidas", diz Fábio Vilas-Boas

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 "Prefiro perder 50 mil empregos a perder 10 mil vidas", diz Fábio Vilas-Boas
Ao ser questionado sobre as críticas direcionadas aos gestores públicos sobre o fechamento das atividades econômicas, o secretário foi categórico: "Há quem diga que a doença está progredindo mesmo com o comércio fechado. A quebra de uma empresa você recupera, mas uma vida ceifada não volta. Prefiro perder 50 mil empregos a perder dez mil vidas", destacou.

Em live transmitida pelo BNews nesta terça-feira (23), o secretário estadual de Saúde, Fábio Vilas-Boas, reiterou que a pandemia do coronavírus causaria efeitos ainda mais graves na saúde e na economia caso não fossem adotadas medidas de distanciamento social.

Ao ser questionado sobre as críticas direcionadas aos gestores públicos sobre o fechamento das atividades econômicas, o secretário foi categórico: "Há quem diga que a doença está progredindo mesmo com o comércio fechado. A quebra de uma empresa você recupera, mas uma vida ceifada não volta. Prefiro perder 50 mil empregos a perder dez mil vidas", destacou.

De acordo com o último boletim sobre o coronavírus divulgado pela Sesab, a Bahia tem 1.441 mortes registradas. Por outro lado, pelo segundo dia consecutivo, o estado registrou um número maior de pessoas recuperadas na comparação com os casos ativos, sendo 23.305 contra 22.340, respectivamente.

Fábio Vilas-Boas ressaltou, ainda, que as ações são implementadas a partir de critérios científicos. "Está provado cientificamente que o distanciamento social, o uso de máscaras, de álcool em gel, todo o esforço do governo e da sociedade deram resultado. Impede? Não impede. Mas se não tivéssemos adotado todas essas ações teríamos um número de mortos ainda maior", pontuou.

O secretário estadual de Saúde criticou as gestões municipais que retomam as atividades econômicas sem dialogar com o governo. "O que vemos é um abre e fecha do comércio. Lamentavelmente, algumas decisões são tomadas de forma equivocada. Neste momento em que vemos o crescimento do número de casos não é momento de reabrir. A população começa a desacreditar no poder público", disse. 

 

Com informações do site BNEWS

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